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Capa do álbum Skeletá, de Ghost
Metal · Álbum

Skeletá

Ghost · 2025

Sexto álbum de estúdio e primeiro sob a persona de Papa V Perpetua, é descrito pelo próprio Tobias Forge como o disco mais introspectivo já feito pela banda.

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Tons e ideias marcantes

Clique em um tema para ver por que ele aparece no álbum
Mortalidade e reconciliação

O álbum lida abertamente com temas de mortalidade, culpa, fé e fracasso, descrito pela própria banda como uma reflexão sobre esperança, autoengano, amor e arrependimento — o disco mais pessoal do catálogo do Ghost até aqui.

Amor como possessão

O single de trabalho "Satanized" usa a linguagem de possessão demoníaca e súplicas por salvação como metáfora para a sensação avassaladora de estar apaixonado, um dos usos mais diretos do vocabulário satânico da banda para falar de um sentimento totalmente humano.

Medo do próprio sonho realizado

A faixa de abertura, "Peacefield", fala sobre alcançar objetivos de vida e, ao mesmo tempo, temer essa realização, munida de uma necessidade de acreditar em algo maior e de manter os vínculos próximos ao longo do caminho.

Arena rock dos anos 80 como linguagem

Musicalmente, o disco se aproxima do hard rock melódico e do arena rock oitentista mais do que de qualquer disco anterior da banda, um movimento que parte da crítica descreveu como o Ghost soando mais "humano" e menos teatral que o de costume.

Ciclo de reencarnação da persona

A introdução de Papa V Perpetua como irmã gêmea fraterna do antecessor Frater Imperator reforça o mecanismo narrativo do Ghost de sempre "matar" e "renascer" seu frontman a cada era, algo que já vinha da transição entre Cardinal Copia e Papa Emeritus IV.

Como o álbum foi recebido

Metacritic 78/100
NME 4/5
Kerrang! 4/5
Metal Hammer 8/10
Sonar Musical ★ 8.8/10

Músicas mais streamadas

Top 5 do álbum no Spotify (número aproximado)
1
Satanized 52 milhões streams
2
Lachryma 48 milhões streams
3
Peacefield 32 milhões streams
4
De Profundis Borealis 12 milhões streams
5
Cenotaph 12 milhões streams

Gravação e produção

Skeletá foi lançado em 25 de abril de 2025 pela Loma Vista Recordings, marcando a estreia em estúdio da persona Papa V Perpetua, revelada oficialmente em fevereiro daquele ano. O disco tem dez faixas e foi descrito por Tobias Forge como o trabalho mais introspectivo da carreira do Ghost, tratando de temas como identidade, fé e mortalidade de forma mais direta que em discos anteriores.

Primeiro número 1 da banda nos EUA

Skeletá se tornou o primeiro álbum do Ghost a estrear no topo da Billboard 200, a principal parada de álbuns dos Estados Unidos, um marco histórico para a banda depois de mais de uma década de carreira e sucessivos discos bem posicionados, mas sem alcançar o topo.

Reconhecimento da crítica

O disco foi eleito álbum do ano de 2025 pela revista Metal Hammer, consolidando a recepção amplamente positiva da imprensa especializada à nova fase da banda sob a persona de Papa V Perpetua e ao som mais introspectivo e melódico do álbum.