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Capa do álbum Seventh Son of a Seventh Son, do Iron Maiden
Metal · Álbum

Seventh Son of a Seventh Son

Iron Maiden · 1988

Álbum conceitual mais progressivo da banda, com teclados em destaque e a faixa-título entre as favoritas dos fãs.

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Tons e ideias marcantes

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Clarividência e dons sobrenaturais

O conceito do álbum nasceu depois que Steve Harris leu o romance "Seventh Son", de Orson Scott Card, sobre a lenda folclórica do sétimo filho de um sétimo filho, que nasceria com poderes como clarividência — ideia que dá nome à faixa-título.

Luta entre o bem e o mal

Harris descreveu o disco como uma reflexão sobre "céu e inferno, bem e mal", tema reforçado estruturalmente pela dupla de faixas acústicas que abre e fecha o álbum, "Moonchild" e "Only the Good Die Young".

Sonhos e premonição

A faixa "Infinite Dreams" trata de visões inquietantes durante o sono, enquanto "The Prophecy" narra a angústia de prever uma tragédia sem conseguir evitá-la.

Fatalismo e destino trágico

As letras de Bruce Dickinson para as faixas de abertura e fechamento, que compartilham a mesma base acústica, prenunciam desgraça e fracasso para o protagonista da história, dando uma moldura sombria ao conceito do disco.

O dom como maldição

A faixa "The Clairvoyant" narra a angústia de alguém que enxerga o próprio futuro, inclusive a própria morte se aproximando, sem conseguir impedir o que está por vir.

Como o álbum foi recebido

Kerrang! 5/5
AllMusic 4.5/5
Rock Hard 9/10
Sputnikmusic 4/5
The Collector's Guide to Heavy Metal 6/10
Sonar Musical ★ 9/10

Assista: uma análise do álbum

IRON MAIDEN - SEVENTH SON OF A SEVENTH SON - A História do Álbum (Vida Vitrola)

Músicas mais streamadas

Top 5 do álbum no Spotify (número aproximado)
1
Can I Play with Madness 70 milhões streams
2
The Evil That Men Do 63 milhões streams
3
Seventh Son of a Seventh Son 31 milhões streams
4
Moonchild 20,5 milhões streams
5
The Clairvoyant 20 milhões streams

Gravação em Munique

O álbum foi gravado entre fevereiro e março de 1988 nos Musicland Studios, em Munique, na Alemanha Ocidental, na última colaboração da banda com o produtor Martin Birch. Foi também o primeiro disco do Iron Maiden a usar teclados de forma dedicada, ainda que nenhum músico tenha sido contratado para a função — os próprios integrantes tocaram as partes no estúdio.

O lado mais progressivo do Maiden

Com composições mais longas, melódicas e um conceito ainda que parcial amarrando as faixas, o disco marcou uma guinada em direção ao rock progressivo, se afastando da pegada mais direta de álbuns anteriores. Bruce Dickinson chegou a admitir depois que era "só metade de um álbum conceitual", já que a narrativa não se sustenta de forma totalmente coesa entre as faixas.

Legado

O disco estreou no topo das paradas britânicas e recebeu certificação de ouro e platina em diversos países. Décadas depois, segue sendo citado em listas como um dos grandes álbuns de metal progressivo já gravados.