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Melhores Marcas de Guitarra Nacionais do Brasil

Igor Silva Anholeto Por Igor Silva Anholeto
Marcas Nacionais — foto de uma guitarra elétrica, capa do Sonar Musical
Neste artigo

Guitarra importada boa custa caro no Brasil — e é aí que as marcas nacionais entram. Longe de serem “de segunda linha”, várias delas entregam qualidade real por uma fração do preço de uma Fender ou Gibson, e dominam justamente a faixa onde a maioria das pessoas compra: o primeiro e o segundo instrumento. Este guia compara as principais marcas de guitarra nacionais, com o que cada uma faz de melhor e para quem serve.

Resposta rápida

A maior e mais completa marca de guitarra nacional é a Tagima, que cobre do iniciante ao profissional com ótimo custo-benefício. A Giannini é tradicional e forte em violões e guitarras de entrada. Strinberg, Michael e SX disputam a faixa mais barata (primeira guitarra). Para começar, uma Tagima resolve com folga; se o orçamento é apertado, Strinberg e Michael entregam mais do que o preço sugere. São todas boas opções — o segredo é a regulagem ao comprar.

Por que considerar uma guitarra nacional

Três motivos tornam as marcas nacionais a escolha mais racional para a maioria:

  • Preço. Sem o peso de importação e câmbio, uma nacional de qualidade equivalente custa bem menos. Entenda a conta em por que a guitarra é cara no Brasil.
  • Disponibilidade e assistência. Peças, ajustes e garantia são mais fáceis de resolver com marca nacional.
  • Qualidade real na faixa de entrada. As melhores nacionais competem de igual para igual com Squier e Epiphone (as linhas de acesso das gigantes).

O que muda mais o resultado, em qualquer marca de entrada, não é o logo: é a regulagem. Uma nacional bem regulada toca melhor que uma importada cara mal ajustada — veja como abaixar a ação e manutenção em casa.

As principais marcas de guitarra nacionais

Tagima

A maior marca de guitarra brasileira e a mais usada por artistas nacionais. Fundada pelo luthier Seizi Tagima, cobre desde a linha de entrada até modelos profissionais, com bom hardware e madeira decente mesmo nas faixas baratas. É a escolha mais segura e versátil. Veja em detalhe: guitarra Tagima é boa?.

Giannini

Uma das marcas mais tradicionais do país, forte historicamente em violões, com uma linha de guitarras de entrada honesta. Boa opção para quem procura uma primeira guitarra de marca conhecida. Cobrimos a fundo em Giannini vale a pena?.

Strinberg, Michael e SX

O trio que domina a faixa mais barata — a primeira guitarra de quem tem orçamento curto. Entregam mais do que o preço sugere, especialmente depois de uma regulagem. Comparamos as três em guitarras nacionais baratas: valem a pena?.

Memphis

A linha de entrada da própria Tagima — pensada para ser a primeira guitarra mais acessível, com o respaldo da marca maior. Boa porta de entrada com preço agressivo.

Comparativo das marcas nacionais

MarcaFaixaDestaqueMelhor paraPreço estimado
Tagima Mais recomendada Entrada a proMais completa e versátilDo 1º instrumento ao palcoR$ 900–4.000+
Giannini EntradaTradição nacionalPrimeira guitarra de marcaR$ 900–1.800
Michael EntradaCusto-benefícioPrimeira guitarra barataR$ 700–1.300
Strinberg EntradaPreço agressivoOrçamento curtoR$ 700–1.200
SX EntradaCópias fiéis de clássicosQuem quer look vintage baratoR$ 800–1.500
Memphis (Tagima) EntradaRespaldo da TagimaPrimeira guitarra econômicaR$ 700–1.100
Tagima Mais recomendada
Faixa
Entrada a pro
Destaque
Mais completa e versátil
Melhor para
Do 1º instrumento ao palco
Preço estimado
R$ 900–4.000+
Giannini
Faixa
Entrada
Destaque
Tradição nacional
Melhor para
Primeira guitarra de marca
Preço estimado
R$ 900–1.800
Michael
Faixa
Entrada
Destaque
Custo-benefício
Melhor para
Primeira guitarra barata
Preço estimado
R$ 700–1.300
Strinberg
Faixa
Entrada
Destaque
Preço agressivo
Melhor para
Orçamento curto
Preço estimado
R$ 700–1.200
SX
Faixa
Entrada
Destaque
Cópias fiéis de clássicos
Melhor para
Quem quer look vintage barato
Preço estimado
R$ 800–1.500
Memphis (Tagima)
Faixa
Entrada
Destaque
Respaldo da Tagima
Melhor para
Primeira guitarra econômica
Preço estimado
R$ 700–1.100
Preços estimados de mercado em 2026 — confira o valor atual na loja antes de comprar.

Nacional ou importada de entrada (Squier)?

A dúvida clássica de quem vai comprar a primeira: uma Tagima nacional ou uma Squier (linha de entrada da Fender)? As duas são ótimas e brigam na mesma faixa — a decisão passa por revenda, disponibilidade e preferência de timbre. Resolvemos esse duelo em Tagima vs Squier.

Se você ainda não sabe nem o formato ideal, faça o quiz de qual guitarra é pra você ou comece pelas melhores guitarras para iniciantes.

Perguntas frequentes

Qual a melhor marca de guitarra nacional?
A Tagima é a marca de guitarra nacional mais completa e recomendada: cobre do iniciante ao profissional, com bom custo-benefício e a maior presença entre artistas brasileiros. Para a faixa mais barata, Michael, Strinberg e a linha Memphis (da própria Tagima) são boas opções. Giannini é uma alternativa tradicional na entrada.
Guitarra nacional é boa ou é ruim?
As melhores guitarras nacionais são boas e competem de igual para igual com as linhas de entrada das marcas importadas (Squier, Epiphone). A qualidade varia por modelo e faixa de preço, mas marcas como Tagima entregam madeira e hardware confiáveis mesmo nas linhas acessíveis. O fator que mais muda o resultado é a regulagem, não a nacionalidade.
Guitarra nacional ou importada para iniciante?
Para iniciante, uma boa nacional (como Tagima) costuma ser a escolha mais inteligente: preço menor, assistência mais fácil e qualidade suficiente para aprender tudo. Importadas de entrada como Squier são igualmente boas, mas custam um pouco mais no Brasil. Gaste a diferença em uma regulagem e em um amplificador melhor, que impactam mais o resultado.
Vale a pena comprar a guitarra nacional mais barata?
Vale, com uma ressalva: as mais baratas (Strinberg, Michael, SX de entrada) chegam de fábrica com regulagem irregular. Elas têm bom potencial pelo preço, mas rendem muito mais depois de uma regulagem que acerte ação, oitavação e trastes. Se puder, reserve um pouco do orçamento para esse ajuste — transforma o instrumento.

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Tags:

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